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Preservar a vida deveria ser a prioridade dos bancos



Os bancos não estão preocupados em respeitar os protocolos de segurança, que incluem o afastamento do empregado contaminado, sanitização e fechamento das agências. Se não fosse a atuação firme dos sindicatos para exigir no cumprimento das medidas, como a testagem dos funcionários com sintomas, o número de bancários doentes seria ainda maior.

O índice de contaminação na categoria é grande. Porém, os bancos ignoram a gravidade do momento. Com a intenção de manter a imagem de responsáveis perante à sociedade, gastam com propaganda e publicidade. Entre janeiro e setembro de 2021, as despesas do Bradesco, BB, Caixa, Itaú e o Santander superaram R$ 2,9 bilhões.

O valor gasto pelos cinco maiores bancos é 11,9% maior do que o mesmo período de 2020. Na contramão, demitem, fecham agências, aumentam as metas e ainda alteram protocolos sanitários em uma decisão unilateral, como o BB fez. Além do Santander que decidiu abrir as unidades aos sábados sem negociar com o movimento sindical.

Os bancos lucraram mais de R$ 80 bilhões de janeiro a setembro do ano passado. Preservar as vidas deveria ser o foco. A categoria segue exposta. O movimento sindical reivindicou medidas, a exemplo da suspensão de visitas a clientes neste momento de alta dos contágios, melhorias do atendimento em telemedicina o compromisso com a não-demissão e a volta do controle das entradas em agências. Fonte: Bancários Bahia

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