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O descaso em relação aos casos de assédio na Caixa começou no fim de 2020, quando uma empregada fez




O descaso em relação aos casos de assédio na Caixa começou no fim de 2020, quando uma empregada fez denúncia ao então vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, Ubiratan Sanderson (PL/RS). O parlamentar pediu provas após o relato de assédio sexual cometido por Pedro Guimarães, ex-presidente da instituição financeira.

Reportagem do portal Metrópoles mostra que o deputado confirmou ter conversado com a empregada da Caixa e que pediu que a vítima trouxesse “algo concreto”. Segundo a bancária, Guimarães se aproximou e a tocou sem permissão durante viagem de trabalho ao Amapá. Em outra ocasião, mandou recados estranhos.

Ainda de acordo com a matéria, como a vítima recusou o assédio, foi perseguida no banco, apesar do bom desempenho profissional. O caso reforça a necessidade de apuração séria e transparente por parte também da atual direção da Caixa, que até então se mostra omissa ao escândalo.

O movimento sindical aguarda a apuração e informações sobre as ações tomadas pela empresa, sobretudo para que as ocorrências não se repitam. A demora para a direção da Caixa se posicionar pode ser em virtude da eleição, demonstrando que a estatal é usada politicamente para beneficiar Bolsonaro.


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