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Empregos gerados no Brasil são muito precários




A reforma trabalhista causa estragos irreparáveis à imensa maioria dos brasileiros que vendem a mão de obra. As poucas vagas abertas no país entre o segundo trimestre de 2021 e 2022 pagavam bem menos e, consequentemente, têm baixa perspectiva de ascensão profissional.

Os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) mostram que as maiores expansões foram verificadas nos setores de serviços e comércio (17,9%) e na indústria (15,8%). Entre diretores e gerentes, o crescimento foi muito baixo, apenas 3%.

O levantamento revela ainda que o maior aumento ocorreu entre as pessoas com menor escolaridade, como as sem instrução e com menos de um ano de estudo (31,4%) e entre as que possuem ensino médio incompleto ou equivalente (14%), justamente por serem vagas mais precarizadas.

Quem tem nível superior tem mais dificuldade de encontrar uma colocação no mercado de trabalho, somente 3,6% dos postos abertos eram para esse público.

Sobre o rendimento, os ocupados com superior completo tiveram a maior perda (-5,6%), seguido por aqueles com ensino médio incompleto (-1,8%). Ocupados sem instrução e com menos de um ano de estudo tiveram aumento da renda média (3,2%), assim como aqueles que têm fundamental completo ou equivalente (0,8%).


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