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Eleições: Lula e Jerônimo vão para o 2º turno




O elevado grau de abstenções, aproximadamente 21%, superior ao índice registrado em 2018, de 20,3%, é apontado como um dos principais fatores que impediram a vitória de Lula (PT), candidato da resistência democrática, já no 1º turno da eleição presidencial. A definição do próximo presidente da República ficou adiada para o 2º turno, que acontece no dia 30 de outubro. Lula obteve aproximadamente 49% dos votos válidos, enquanto Bolsonaro teve mais de 43%. Na Bahia, a superioridade de Lula sobre Bolsonaro foi avassaladora, chegando perto de 69% contra pouco mais de 25%. O petista venceu nas regiões Nordeste e Norte, enquanto o presidente levou a melhor no Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Depois de confirmado o resultado final, Lula prometeu mais empenho e todo esforço possível para ampliar as alianças para o 2º turno, garantir a vitória e derrotar o neofascismo bolsonarista. Jerônimo surpreende e supera ACM Neto Foi um resultado surpreendente, pois durante toda a campanha eleitoral, Jerônimo Rodrigues (PT) aparecia bem atrás em todas as pesquisas. Mas, abertas as urnas, registrou quase 50% dos votos válidos, ficou bem na frente do adversário, ACM Neto (UB), que encerrou com cerca de 41%, e chega no 2º turno com excelentes chances de sagrar-se governador da Bahia. As abstenções no Estado passaram dos 21%, percentual bastante elevado. Por muito pouco, Jerônimo não repetiu 2006 e 2014, quando Jaques Wagner e Rui Costa, respectivamente, estiveram a campanha toda atrás nas pesquisas e terminaram vencendo no 1º turno. O apoio de Lula foi fundamental para o bom desempenho do petista.


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