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Comando e Fenaban debatem segurança sanitária nos bancos



Em reunião na manhã desta quinta-feira (3/3), o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltaram a debater o quadro da pandemia da covid-19 e os protocolos para evitar o aumento dos casos nas agências.

Foram debatidas também medidas a serem tomadas em decorrência dos efeitos e sequelas da doença sobre a categoria, já levando em conta os resultados da pesquisa “Avaliação longitudinal do Impacto do SARS-CoV2 no sistema nervoso em bancários”, realizada pela Unicamp, em parceria com o Comando.

O objetivo inicial da reunião era ouvir especialistas da área, que preferiram aguardar a consolidação do quadro da pandemia após o período de Carnaval para oferecer informações atualizadas sobre o tema. Com isso, o assunto será tema de um novo encontro até o fim do mês.

Pandemia continua

Os trabalhadores cobraram mais uma vez a manutenção dos cuidados contra a covid, pois a pandemia não acabou. “Ainda não dá para flexibilizar as medidas de segurança nas agências, os números de contaminação continuam altos e temos que continuar com os protocolos, para proteger a vida dos bancários”, ressaltou a diretora da Federação dos bancários da Bahia e Sergipe, Andréia Sabino, que participou da reunião, juntamente com o presidente do Sindicato da Bahia, Augusto Vasconcelos.

O representante da Fenaban informou que os bancos assumem o compromisso de continuar trabalhando com prevenção e de estudar quais medidas serão tomadas devido às sequelas da doença. Mas, disse que seria enviada uma orientação aos bancos de que, a partir de hoje, não haveria mais a necessidade de fechamento das unidades para sanitização onde houvesse casos confirmados. No entanto, após as considerações feitas pelo Comando Nacional dos Bancários, mudaria a estratégia e indicaria que, a partir do dia 11, se o “efeito Carnaval” não reverter o atual quadro de queda nos casos de contágio e mortes, passando a um quadro adverso, não haverá a necessidade do fechamento da unidade para sanitização.

Os representantes dos bancários entendem que não deveria ser fixada uma data para o fim dos protocolos antes de um debate com especialistas sobre a evolução da pandemia. A ideia é continuar conversando com os bancos e buscando a melhor forma de garantir a saúde dos trabalhadores. Fonte: FEEB

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