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Com Bolsonaro, juros subiu de 6,5% ao ano para 13,75%




O governo Bolsonaro vai entregar o Brasil com a Selic mais do que o dobro do que recebeu. Em quatro anos, a taxa básica de juros saiu de 6,5% para 13,75%.

De 6,5% no início do governo, a Selic começou uma tendência de queda em julho de 2019, chegando a 2% em agosto de 2020. No entanto, a partir de março de 2021, voltou a subir. No final do ano passado, já batia 9,25%. Em 2022, aumentou mais 4,5 pontos percentuais e foi a 13,75%.

O estouro na taxa de juros coincidiu com o período depois da sanção, em 24 de fevereiro de 2021, da Lei da Independência do Banco Central, que transformou o BC em um órgão desvinculado do poder público.

Em uma direção totalmente contrária à situação do povo brasileiro e a crise no país, o BC, através do Copom, além de não combater a inflação galopante, endividou ainda mais o país. Segundo estimativas, a cada ponto percentual a mais na Selic, a dívida pública bruta cresce, por ano, em R$ 32,2 bilhões.

Para piorar, Bolsonaro e Guedes deixaram o Brasil em primeiro lugar no ranking mundial dos maiores juros reais – a taxa básica de um país, descontada a inflação esperada para os próximos 12 meses.

De acordo com levantamento da Infinity Asset Management, o Brasil tem índice de 8,16% de juros reais, distante do segundo colocado, o México, (5,39%), e do terceiro, o Chile (4,66%). Quem faz a festa com taxas tão altas são os bancos, que obtêm lucros estratosféricos, em detrimento da população endividada. (AB)

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