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Cobrança de novo modelo de negociações no Itaú



Durante a primeira reunião do ano com a direção do Itaú, nesta quarta-feira (16/02), a COE cobrou soluções para as reivindicações apresentadas no último ano. Como o atual modelo de negociação não tem sido efetivo, a Comissão de Organização dos Empregados sugeriu um novo formato com pauta única e encaminhamento obrigatório para a solução no próprio encontro.

O banco concordou e o próxima reunião foi marcada para 9 de março, quando tratarão sobre banco de horas negativo. O acordo do modelo de compensação garantiu aos bancários um período de 18 meses, a partir de março do ano passado, com o limite de duas horas por dia, para compensar as horas negativas. O prazo final de compensação acaba em agosto e é preciso negociar a ampliação do prazo.

Já em 16 de março a COE e o Itaú vão debater sobre remuneração, pois os trabalhadores reclamam porque as alterações feitas no programa de remuneração variável, GERA, para 2022. São denúncias sobre aumento da pressão, metas difíceis de ser alcançadas e, por isso, recebem menos.

Em relação ao número de agências fechadas, o movimento sindical apontou que está equivocado. É, no mínimo, o triplo, segundo levantamento dos sindicatos de todo o Brasil. O Itaú vai analisar o desencontro de informações.

“Precisamos de respostas para nossas demandas. A COE quer discutir um novo prazo para o pagamento das horas negativas e mais rigor nos protocolos de Covid. Não podemos ficar sem resposta, precisamos de soluções”, afirmou a diretora da Federação da Bahia e Sergipe, Andreia Sabino. Fonte: Bancários Bahia

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