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Cassi não trata Burnout como doença ocupacional



A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu a síndrome de Burnout como doença ocupacional em 2019, mas a medida passou a valer em janeiro deste ano após a vigência da nova Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11). Mesmo assim, a Cassi ainda não criou programa para identificar e tratar o tipo de adoecimento.

A Caixa de Assistência também não abordou de forma educativa através de textos no site ou alguma outra ação relacionada à síndrome de Burnout. De acordo com o movimento sindical, não é por problemas financeiros, pois a Casso saiu da crise desde a alteração estatutária, ocorrida em 2019. Provavelmente desleixo com a saúde dos bancários.

A Cassi deve tomar providências em relação a um transtorno que acomete milhares de trabalhadores. Por conta do estresse causado pelo desmonte no Banco do Brasil, promovido desde o governo Temer e aprofundado por Bolsonaro, muitos funcionários sofrem da síndrome e nem sabem. Ter informação é imprescindível. Definição Segundo a OMS, a síndrome de Burnout é “resultante de um estresse crônico associado ao local de trabalho que não foi adequadamente administrado”. Entre as principais características da condição, sensação de exaustão ou falta de energia; sentimentos de negativismo, cinismo ou distância em relação ao trabalho; e sensação de ineficácia e falta de realização.

Pode resultar em falta de apetite, dificuldade para dormir, dificuldade de concentração, perda de atenção e produtividade, além de os trabalhadores relatarem sintomas como fortes dores de cabeça, tonturas, tremores, falta de ar, oscilações de humor, distúrbios do sono e problemas digestivos. Fonte: Bancários Bahia

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