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Caixa tem de combater casos de assédio




A Caixa tem de cumprir imediatamente as medidas para combater o assédio moral, sexual e a discriminação dentro da empresa, independentemente do descaso de Jair Bolsonaro com as ocorrências. Esta foi a decisão da Justiça do Trabalho, diante das denúncias contra o ex-presidente do banco, Pedro Guimarães, acusado de assédio sexual por várias empregadas.

O Ministério Público do Trabalho pediu, em setembro, que a Justiça obrigue o executivo a pagar indenização de R$ 30 milhões. Em junho, Guimarães foi alvo de três acusações de assédio sexual e nove por assédio moral por trabalhadoras da Caixa, que levou a demissão do ex-presidente após repercussão nacional.

Segundo o MPT, as medidas determinadas pela Justiça do Trabalho proíbem a Caixa de praticar assédio moral, sexual e discriminação, perseguir empregados que tenham feito denúncias, restringir a promoção de mulheres por terem se beneficiado de ação coletiva e pesquisar o posicionamento político de candidatos a cargos de gestão.

Pela decisão, o banco fica obrigado a adotar providências em, no máximo, 30 dias quando receber denúncias de assédio moral e sexual, concluir a apuração do caso em no máximo 90 dias. Além disso, a Caixa tem de oferecer apoio psicológico à vítima e suporte para representação criminal contra o assediador, quando a apuração concluir que houve assédio.


Bancários Bahia

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