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Alinhado a Bolsonaro, banco amplia terceirização



Alinhado à política ultraliberal do governo Bolsonaro, que nunca escondeu que retiraria direitos dos trabalhadores, o Santander amplia as terceirizações, corta direitos e precariza o trabalho. Além de demitir em massa - em dois anos foram mais de 3 mil desligamentos - e fechar agências, o banco está transferindo os bancários para empresas terceiras, para reduzir o salário e cortar direitos.

Isso porque o funcionário que não é enquadrado na categoria fica de fora das conquistas da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), a exemplo da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), vales alimentação e refeição e da jornada. Agora são os trabalhadores do setor de assessoria financeira que estão sendo transferidos para a Santander Corretora.

Importante lembrar que outros funcionários já foram alocados nas empresas SXNegócios, First e Prospera. Todos terceirizados. A COE (Comissão de Organização dos Empregados) questionou a política praticada pelo banco durante negociação, nesta quarta-feira (01/06). A direção da empresa alegou "mudança de visão e de estratégia de negócios". Justificativa que não cola.

Na prática, o Santander se aproveita da reforma trabalhista do governo Temer e das medidas complementares de corte de direito do governo Bolsonaro para retirar todas as conquistas. Também fragiliza o trabalhador que, uma vez terceirizado, deixa de contar com a atuação forte dos sindicatos.

O banco de horas negativo também esteve em pauta, durante a negociação desta quarta-feira.

Fonte: Bancários Bahia

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