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Crise do Corona revela que política energética é lesiva


A gestão temerária de Bolsonaro acaba de produzir mais um grave paradoxo no setor energético do país. O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou importação de GLP para fazer frente a uma possível falta do produto no mercado. Estão previstas as chegadas de três carregamentos, nos dias 30 de março, 6 e 10 de abril, cada um deles com 20 milhões de quilos, um volume equivalente a 1,6 milhão de botijões domésticos.

A importação seria totalmente desnecessária caso o governo não estivesse desmontando a estrutura produtiva da Petrobras. Segundo denúncia dos petroleiros da Bahia, o país tem plena capacidade instalada para produzir o GLP, aqui mesmo, em São Francisco do Conde, pela U-6, na RLAM, caso a unidade não tivesse sido desativada pela atual gestão da empresa.

As ações entreguistas que vêm colocando o Brasil na dependência de países estrangeiros comprometem a segurança energética. O temor da escassez chegou a provocar uma corrida pelos botijões de 13 kg, nos últimos dias. As pessoas estão cozinhando mais em suas casas, onde permanecem em quarentena como forma de prevenção ao Covid-19.

A importância de ter uma empresa estatal com produção nacional é justamente essa: poder resistir a um cenário de crise global garantindo as necessidades básicas da população. Ao optar pelo desmonte estrutural, a política de Bolsonaro e de seus subordinados à frente da Petrobras é irresponsável em todos os sentidos.


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