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Pressão aumenta adoecimento entre bancários


O novo modelo de trabalho adotado pelos bancos, com reestruturações, corte de custos, metas cada vez mais agressivas, demissões, corte de função com redução salarial, torna o ambiente hiper competitivo e adoecedor. Não é à toa que o número de afastados por problemas de saúde cresce a cada ano.

Os números assustam. O total de trabalhadores do setor que receberam benefícios acidentários ou previdenciários aumentou 30%, entre 2009 e 2017. Saiu de 13.297 para 17.310.

Mais de 50% dos casos se referem a transtornos mentais. No período, houve elevação de 61,5%. Já as enfermidades relacionadas a lesões por esforço repetitivo, que antes ocupavam o topo da lista, tiveram avanço de 13%.

Os bancos, que em 2019 obtiveram lucro líquido superior a R$ 81 bilhões, precisam rever com urgência as políticas de trabalho e tomar providências para reduzir os casos de doenças causadas pelo estresse e pressão desumana.

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