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Redução no financiamento para os mais pobres

Depois do golpe jurídico-midiático-parlamentar, o cenário econômico do país regrediu consideravelmente, especialmente para os mais pobres, inclusive com redução na garantia à moradia. Resultado do aumento da desigualdade de renda, alto índice de desemprego e aumento do trabalho informal.

Pelo menos é o que mostra a análise feita pelo Observatório Brasileiro de Crédito Habitacional, realizada entre 2014 e 2018. Neste período, os 10% da população mais pobre perdeu, em média, 25,7% da capacidade de financiamento imobiliário.

Em 2014, no governo Dilma, o valor era de até R$ 100 mil. Já em 2018, com Temer, conseguiam financiar apenas R$ 74 mil. No caso dos 50% mais pobres, a perda foi de 10%. Por outro lado, os 1% da camada mais rica da sociedade só lucrou. A capacidade de financiamento para o grupo aumentou em 9,4%.

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