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Governo quer enfraquecer atuação sindical


Deixar o trabalhador a ver navios sem direitos e sem proteção. Esta é a intenção de Bolsonaro ao criar o Gaet (Grupo de Altos Estudos do Trabalho), iniciativa da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, que prepara nova "reforma" trabalhista e tem como um dos principais pontos o fim da unicidade sindical.

Com a medida, o governo quer enfraquecer a representação dos trabalhadores utilizando a desculpa de precisa modernizar o Estado brasileiro. Estuda ainda alterar as normas de segurança e saúde no trabalho, além de ampliar as alterações na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

O discurso bonito de pluralidade, na prática, significa em sindicatos financiados por empresas. A intenção é de descentralizar as entidades para dividir os trabalhadores e diminuir a resistência e a mobilização. O Gaet é composto por ministros, desembargadores e juízes e quer finalizar a reforma trabalhista, em vigor desde novembro de 2017.

Implementada por Temer após o golpe jurídico-midiático-parlamentar de 2016, a nova lei não gerou os milhões de empregos prometidos. Quase dois anos depois, o desemprego atinge 12,6 milhões de brasileiros, 38,683 milhões de pessoas estão na informalidade e 11,7 milhões de empregados trabalham sem carteira assinada.

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