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Bolsonaro insiste em interferir onde não deve



O governo Bolsonaro não cansa de atacar possíveis avanços para os trabalhadores. Na última aparição ao vivo em uma rede social, o presidente da república criticou a exigência de cursos de diversidade e prevenção ao assédio em edital para assistente técnico da Previ. Afirmou também que o requisito não constará nas próximas seleções.

A Caixa de Previdência conta com funcionários selecionados entre o quadro funcional do BB e também contratados. Na seleção para Assistente Técnico, voltada para funcionários do banco, o edital exige cursos de Ética, Diversidade e Prevenção e Combate ao Assédio Moral e Sexual. Cursos esses que fazem parte da grade formativa do Banco do Brasil, através da Universidade Corporativa.

Segundo Bolsonaro, ninguém precisa fazer curso nesse sentido. Não é o que as estatísticas de adoecimento psicológico devido ao assédio moral nas agências têm demonstrado. Ao afirmar que vai exigir que o BB e a Previ retirem a exigência, o presidente colabora para a ocorrência de atitudes ilegais. Bolsonaro precisa fazer a economia do país andar em vez de interferir em uma entidade com gestão própria.

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