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Sem o ministério, trabalho escravo pode aumentar


Com direitos já enfraquecidos devido a reforma trabalhista e fiscalizações cada vez mais precárias, Bolsonaro anuncia que acabará com o Ministério do Trabalho. A pasta atua hoje como órgão fiscalizador de práticas degradantes para o empregado, sobretudo, aqueles em condições análogas à escravidão.

Mas, se a intenção do presidente eleito era privilegiar a bancada ruralista, está conseguindo. É no campo onde acontecem as principais situações de trabalho escravo. Sem o Ministério do trabalho, não será possível discutir sobre aumento de salários, manutenção da aposentadoria, fundo de garantia, férias e até 13º salário.

Ao confirmar a extinção do órgão, cumpre apenas o que sempre foi dito na campanha eleitoral. Os eleitores de Bolsonaro acharam que fosse fake news e, agora antes mesmo de tomar posse, o gosto do neoliberalismo fica cada vez mais amargo. Significa que fará o que prometeu: acabar com a carteira assinada e os direitos.

A Argentina também extinguiu a pasta, e como consequência, houve aumento do número de conflitos no mundo do trabalho. Agora, o Brasil também se aproxima do México em termos de violência urbana. Ambos protagonizaram experiências de desregulamentação das relações trabalhistas. O resultado é pouca renda e acirramento da pobreza.

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