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Deputados da reforma trabalhista não se reelegem



Dois dos que protagonizaram a aprovação da reforma trabalhista, o ex-ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira e o relator do projeto, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), não conseguiram se reeleger. O deputado do PTB gaúcho, Nogueira tinha tomado posso do Ministério do Trabalho em 2016, e deixou o cargo pra se preparar pra sua campanha.


A pasta ficou meses sem titular, porque a indicação de Michel Temer, também deputada, Cristiane Brasil, não pôde assumir por impedimentos judiciais vinculados à questões trabalhistas, seria no mínimo contraditório.


Ainda sobre a pasta do Ministério do Trabalho, houve outra nomeação, o interino Helton Yomura foi efetivado, e também afastado posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por suspeita de fraude. Um povo nas mãos de fraudadores e corruptos, assim vai o Brasil.


A reforma trabalhista que prometeu mais de 6 milhões de empregos, na verdade reduziu salários, e precarizou as relações trabalhistas. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), dois meses após a reforma entrar em vigor, em novembro e dezembro de 2017, perderam-se mais de 347 mil postos de trabalhos formais. Esse é o verdadeiro saldo dessa lei neoliberal.



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