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Setembro é mês de incentivo à doação de órgãos


O Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos é celebrado em 27 de setembro e tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância do gesto, que pode fazer a diferença para milhares pessoas que lutam pela vida nas filas de espera por todo o país, visto que apenas um doador pode salvar mais de 10 pessoas. Dada à importância do ato, o nono mês do ano, que tem ampla agenda sobre o tema, é conhecido como Setembro Verde.


Existem duas formas de doação de órgãos e tecidos. A doação em vida, é restrita ao rim, pâncreas, medula óssea, parte do fígado e pulmão, sendo que nessas situações, o procedimento será feito apenas se não gerar prejuízos à saúde do doador. Já na doação por morte encefálica, quando ocorre a parada irreversível de todas as funções do cérebro e não há mais possibilidade de vida, acrescenta-se o coração, córneas, e todo o fígado.

No Brasil, a doação de órgãos em vida ou pós-morte é regulamentada pela lei 9.434/1997, que estabelece em vias de morte encefálica, a autonomia da família para autorizar o procedimento. Levantamentos da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), indicam uma grande disparidade entre os potenciais doadores (pessoas com morte encefálica) e doadores efetivos (aqueles que os familiares confirmaram o desejo e a doação foi efetivada). Em 2017, o número de doadores não passava de 14 por um milhão de pessoas.

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