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Mulheres penam mais com as medidas de Temer


A política de austeridade do governo Temer afeta em cheio toda população. Mas, as mulheres são as mais prejudicadas com a crise econômica e a reforma trabalhista. Do total de pessoas que começaram a trabalhar nas ruas porque ficaram desempregadas, 55,5% são mulheres, é o que mostra levantamento do Dieese.

A Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2017 ainda constatou que o Brasil possui, atualmente, 291 mil mulheres vendedoras ambulantes e 316 mil homens. São mais de 600 mil pessoas trabalhando expostos ao sol, à chuva e a assédios, sem carteira assinada e sem nenhum direito trabalhista.

E, como não há fiscalização, nem registro dos profissionais, o rendimento depende do quanto consegue vender. A média salarial para os ‘camelôs’ é de R$ 666,00.

Ainda tem mais. Até na informalidade a discriminação de gênero e racial impera. Homens brancos ganham, em média, R$ 935,00, e as mulheres brancas R$ 708,00 mensais. O rendimento para as trabalhadoras e trabalhadores negros é menor. Os homens afrodescendentes ganham R$ 696,00 e as mulheres negras R$ 525, por mês.


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