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Centrais pedem na Câmara revogação da lei trabalhista


A nova lei trabalhista, em vigor desde novembro passado, precarizou as relações de trabalho e, ao contrário do prometido, não gerou empregos. Por isso, as centrais sindicais, inclusive a CTB, em reunião com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, pediram a revogação da reforma.

No encontro, que aconteceu nesta terça-feira (12/06), na residência oficial da Casa, a pauta girou em torno da geração de empregos e retomada do desenvolvimento.

A situação do Brasil é de caos social. No primeiro trimestre de 2018, havia 13,4 milhões de desempregados, número 5,7% maior do que os três meses anteriores. São 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados (soma dos desempregados, subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial). Pessoas que querem trabalhar, mas não encontram vaga.

O cenário político de ingovernabilidade, a queda do PIB (Produto Interno Bruto), uma reforma tributária urgente e a revogação da EC 95 – teto dos gastos também foram tratados na reunião.

Questionado sobre como a lei trabalhista e a EC 95 impedem um projeto de desenvolvimento, Rodrigo Maia afirmou que “limitar o gasto público é o caminho para garantir emprego no setor privado”. O que é uma contradição.

As centrais também anteciparam ao presidente da Câmara pontos da Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, que contém propostas para combater o desemprego. Um dos exemplos é o aumento por mais dois meses do pagamento das parcelas do seguro-desemprego. O documento será entregue oficialmente às presidências da Câmara e do Senado na próxima semana.

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