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Autonomia do Banco Central privilegia o mercado



O governo neoliberal segue beneficiando o sistema financeiro, enquanto tira dos mais carentes. A mais nova medida que tenta impor é a autonomia para o Banco Central. Bom para o mercado. Ruim para os brasileiros.

Depois de 14 anos em tramitação, o projeto de lei voltou ao debate na Câmara Federal. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), quer colocar a matéria em votação o quanto antes. O texto deixa o BC livre de subordinação ou tutela que qualquer Ministério, funcionando como uma autarquia.

Um péssimo negócio para o país. O que está em jogo agora é como a economia nacional será cuidada. Pelo proposto, o mercado pode se autorregular, ou seja, o Estado não deve intervir na política econômica, que diga-se de passagem, tem forte impacto na vida da população, embora muita gente não saiba.

É o BC quem define, por exemplo, a Selic, que serve de parâmetro para todas as demais taxas, como a do cartão de crédito, cheque especial ou empréstimo. Deixar que o mercado defina os índices certamente vai significar mais exploração ao consumidor.

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