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Economia nacional de mal a pior com Temer


A atual situação econômica vai de mal a pior. Não há nenhum indicador que aponte crescimento do país. O desemprego disparou e atinge 13,7 milhões de brasileiros, o trabalho informal elevou consideravelmente e os empregos com as garantias da carteira assinada estão sumindo. Em dois anos (2016|2018), houve redução de 716.894 vagas.

O PIB (Produto Interno Bruto) fechou 2017 com crescimento pífio de 1%. Em dois anos (2015 e 2016), a queda foi de 7,2%, pior recessão desde 1948. Os são do dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) desmentem os discursos do governo Temer e da grande mídia aliada, leia-se, Rede Globo.

O Brasil vai mal. É realmente difícil entender porque se comemora que a Selic caiu ao menor nível da história (6,5%) e a inflação (2,68%) se na prática o cidadão não sente as reduções e melhoras. Pelo contrário. O custo de vida está elevadíssimo, o salário não acompanha a alta dos preços dos produtos. Basta analisar o combustível, que define o valor de muitas mercadorias. Em Salvador, a gasolina, por exemplo, saiu de R$ 3,32 para R$ 4,54 em média.

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