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Governo Temer enfraquece a saúde no país


A saúde está bem longe de ser prioridade para o governo Temer. O programa Mais Médicos é um exemplo. Criado em 2013, no governo de Dilma Rousseff, a iniciativa tem o intuito de levar atendimento médico a regiões onde há escassez ou ausência dos profissionais.

Até 2015, o programa possuía 18.240 médicos atuando em mais de quatro mil municípios. Atendia 63 milhões de pessoas que passaram a ter um profissional especializado na área da saúde da família perto de casa, em uma UBS (Unidade Básica de Saúde) equipada.

Mas, agora, tudo mudou. Para pior. Atualmente, o número de profissionais está em torno dos 16.500. O investimento também caiu. Nos dois primeiros anos, foram destinados R$ 15,8 bilhões para o Mais Médicos. Neste ano, com Temer, foram apenas R$ 3,3 bilhões. O mesmo valor de 2017.

Outras medidas do governo aceleram o enfraquecimento do programa, como a proibição da expansão da residência médica com formação de especialista e de novas vagas de residência nas universidades públicas.


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