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Reforma trabalhista alimenta trabalho infantil


É notório os prejuízos da reforma trabalhista e das políticas neoliberais do governo Temer na vida do brasileiro. Mas, a população carente, sem acesso a educação, é a que mais sente os efeitos perversos.

Pesquisa do Dieese revela que quanto menor o nível de escolaridade do chefe de família e mais frágil o vínculo trabalhista, maior a incidência de crianças e adolescentes trabalhando.

O trabalho infantil atinge 1,3% das famílias de São Paulo e 0,8% de Porto Alegre em que o responsável não tem ensino médio completo, não era ocupado ou trabalhava como autônomo. O levantamento mostra que, nestes lares, 17% dos jovens entre 15 e 17 anos têm obrigação de trabalhar.

As famílias chefiadas por mulheres são ainda mais propícias a ter crianças ou adolescentes em alguma atividade, decorrente da desigualdade de gênero existente no mercado de trabalho brasileiro.

Com a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita, que atendem a agenda do mercado, a tendência é de um impacto ainda maior no trabalho infantil com a retirada de direitos.

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