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Verticalização ameaça bancários da Caixa



A Caixa segue com a política de verticalização, que prioriza os clientes de renda mais alta, e pressiona cada vez mais os empregados a baterem metas abusivas, principalmente os gerentes, que vivem com receio de perder a função e incertezas em relação à realocação.

A medida é mais uma demonstração de que o desmonte da empresa é uma das prioridades do governo Temer e tem a intenção de acabar com a função social do banco, ao aproximá-lo de uma lógica de mercado.

A meta imposta pela Caixa é tão absurda que para que a agência mantenha a função de gerente PJ são necessários 300 pontos de encarteiramento. O número sobe para 900, para gerente PF.

As ameaças também são direcionadas aos gerentes gerais. Caso a agência perca a figura do gerente PJ, os empregados terão de assumir a carteira. Na prática, a verticalização alterou o modelo de segmentação dos clientes Pessoa Física das agências.

Os empregados que ficavam no atendimento foram deslocados para a prospecção de clientes e vendas de produtos para grupos específicos que não eram atingidos pela Caixa.

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