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Saúde mental está entre as principais preocupações dos brasileiros




A pandemia da Covid-19 levou muita gente a dar atenção à saúde mental. O isolamento social, o teletrabalho e a necessidade de cuidar de muitas coisas ao mesmo tempo foram fatores que levaram à reflexão sobre a necessidade de adotar medidas para garantir o bem estar do corpo e da mente com a mesma intensidade.

Mesmo com o fim das restrições impostas pela pandemia, a preocupação com a saúde mental continua em alta entre os brasileiros. Foi o que comprovou a pesquisa "Monitor Global dos Serviços de Saúde", feita pelo Instituto Ipsos. O levantamento mostra que 49% dos entrevistados no país apontaram o bem-estar psicológico como o principal fator de preocupação, atrás apenas da Covid-19, citada por 62%. O câncer é motivo de inquietação para 29%.

A preocupação sobre o tema vem aumentando ao longo do tempo. Em 2021, a saúde mental foi apontada por 40% dos brasileiros como motivo de preocupação e, em 2020, por 27%. Em 2018, apenas 18% da população escolheu esse tema.

Preocupação global

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 de julho e 5 de agosto de 2022, com 23.507 pessoas, em 34 países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Argentina, Arábia Saudita, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Holanda, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Peru, Polônia, Portugal, Romênia, Suécia, Suíça, Tailândia e Turquia.

Os entrevistados foram questionados sobre qual condição eles viam como o maior problema de saúde enfrentado pela população do seu país. Entre os tópicos estavam Covid-19, saúde mental, câncer, estresse, obesidade, diabetes, abuso de drogas, abuso de álcool, doenças cardíacas, tabagismo, demência, superbactérias hospitalares, infecções sexualmente transmissíveis.

No resultado global, 47% responderam Covid-19, 36% disseram saúde mental e 34% apontaram o câncer. Em seguida ficaram estresse (26%), obesidade (22%), diabetes (16%), abuso de drogas (16%), abuso de álcool (13%), doenças cardíacas (13%) e tabagismo (11%), completando os dez primeiros colocados.


Feeb Base

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