• SEEB Juazeiro

Repúdio e indignação: Não ao terrorismo institucional e opressão



Florival Bonfim*

Violência, injustiças e abusos até quando? Não, não vamos calar e continuaremos as denúncias e o grito de alerta e revolta, um grito que se repetirá e não se cansará.

Mais abusos e atos de violência contra os trabalhadores(as) do Banco do Brasil, as mãos autoritárias, de uma gestão fria e violenta, primeiro em véspera do São João e agora após os festejos, continuam a reacender o teu fogo desrespeitoso e dantesco, descomissionando injustamente trabalhadores(as).

Aproveitando a data, a desmobilização dos trabalhadores, de modo perverso e despótico, podendo dizer com certo grau de certeza, covarde, porque desumano já o é em sua essência, a superintendência realiza o descomissionamento de colegas, numa prática agressiva, punitiva que não considera qualquer aspecto de humano, nem a vida dos trabalhadores e nenhum respeito às organizações que representam o seu coletivo.

Nestas práticas e atos, o que prevalece é uma precária análise superficial de números e tabelas, que em síntese e raiz não dizem a verdade sobre o labor dos trabalhadores, simplesmente tem na sua pedagogia o terror. Espelha sim, uma gestão autoritária, egoísta e que preza a gestão do controle pelo medo. É o desenvolver do senhorio pelo ato de gestão a chicotear a vida e história dos trabalhadores, na realidade concreta, realiza o assédio e traduz a síntese da moderna escravização operária, com requintes de crueldade e sordidez.

Por tais atos despóticos e autoritários, de profunda violência, cabem aos organismos que representam os trabalhadores o agir, o agir com máxima ação, mobilização e rigor. Aos descomissionamentos a reação imediata, sendo firme e forte, a ferramenta: a radicalização contra tais atos e mobilização dos trabalhadores em atos contínuos e permanentes. Necessário romper com a gestão do terror, necessário a ação, a práxis dos que defendem e representam os interesses da classe que trabalha.

Avante! Luta e repúdio contra os atos de violência e desrespeito para com a classe que trabalha. Não podemos aceitar o ambiente de terror e medo. Com unidade, mobilizações e ação podemos e devemos deslocar o medo para aqueles que praticam opressão e a violência.

* Florival Bonfim é trabalhador e delegado sindical Fonte: Bancários Bahia

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