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Pressão por negociação com o banco Santander


Para cobrar negociação, a COE (Comissão de Organização dos Empregados) Santander enviou para a direção do banco pauta de reivindicações sobre saúde, condições de trabalho e contratações. Os representantes dos bancários aguardam a empresa retornar com uma data para a reunião.

Um dos assuntos a serem discutidos é a mensalidade de assistência médica para trabalhadores afastados sem complementação salarial. Caso o funcionário seja afastado por força de atestado emitido pelo médico particular, e o INSS e o médico do trabalho o considerem apto às atividades, o Santander justifica o ponto e o coloca em licença sem remuneração.

A reivindicação é para que o débito permaneça ocorrendo na folha de pagamento e, caso o saldo seja superior a 30% do salário do empregado, o banco efetue o parcelamento do desconto.

Sobre contratações, a COE solicita a admissão de novos funcionários para reduzir a sobrecarga de trabalho e os adoecimentos. Também quer o fim das demissões. O Santander fechou, em plena pandemia, mais de 3 mil postos de trabalho e, pela primeira vez desde 2012, possui menos de 45 mil empregados.

WhatsApp Business A COE cobra ainda que o banco forneça um celular para os gerentes. Hoje os bancários são orientados a baixar o WhatsApp Business no aparelho particular e configurar o app para atender os clientes com o número comercial, mesmo depois do expediente e nos finais de semana.

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