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Preconceito afeta a saúde mental das pessoas




Pesquisa divulgada pelo Instituto Cactus e pelo Atlas Intel revelou que a saúde mental dos brasileiros é afetada por uma série de fatores, como rotina acelerada, preconceito e desigualdade social. O levantamento aponta que 62,5% da população não utilizam serviços de saúde mental públicos ou privados.

O índice geral da pesquisa ficou em 635 pontos em uma escala de 0 a 1000, e que considera três dimensões, confiança, vitalidade e foco. Quanto mais próximo de 1 mil, melhor a saúde. Pessoas desempregadas registaram 494 pontos, enquanto assalariados tiveram 680. A faixa etária dos jovens entre 16 e 24 anos ficou a baixo da média, com 533 pontos.

As diferenças também foram evidentes em relação à identidade de gênero e orientação sexual. Pessoas trans contabilizaram uma das piores notas com 445 pontos, quase 200 pontos a menos que pessoas cisgênero, que marcaram 638.

A pesquisa mostra também que somente 5,1% dos brasileiros fazem tratamento com psicoterapia. A maioria é jovem, estudante, branco, mulher com renda mais alta e maior escolaridade.

O dado surpreende pela diferença considerável em relação ao número de pessoas que fazem uso de medicamentos contínuos: 16,6% da população, 1 a cada 6.


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