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Nos bancos, a discriminação é predominante



Nos bancos, a discriminação estrutural é evidente. Os dados comprovam. O saldo de emprego bancário entre os homens foi positivo em 96 postos e entre as mulheres foi negativo em 308 vagas, em março. A luta pela igualdade de gênero é uma das bandeiras do movimento sindical.

Em relação às faixas etárias, houve ampliação somente entre os bancários de 18 a 29 anos, com 447 vagas. Foram fechados 659 postos para as demais idades. Para o bancário admitido em março, o salário mensal médio foi de R$ 5.558,55, enquanto o do desligado era de R$ 6.414,92.

Os bancos aproveitam para demitir os antigos funcionários para admitir pagando menos. Como a maioria dos ramos, o setor financeiro precariza o jovem trabalhador, reduzindo a folha, sem respeito ao empregado que está em uma fase à frente na carreira. Fonte: Bancários Bahia

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