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Inflação fecha setembro com maior taxa desde o Real



Fruto da ingovernabilidade da gestão de Bolsonaro, a inflação chega a patamares recordes a cada mês. Segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o índice subiu 1,16% no mês passado, fechando setembro com a maior taxa do ano e a mais alta desde 1994, no início do Plano Real.

O indicador oficial de inflação no país somou 6,90% no ano, sendo mais do que em todo o ano de 2020, e no acumulado de 12 meses rompe a marca de dois dígitos, chegando a 10,25%.

Segundo o IBGE, os aumentos da tarifa de energia elétrica, o preço dos combustíveis, gás encanado e de botijão encabeçam a elevação inflacionária. Alimentação e bebidas também continuam na escalada de preços. A carne, por exemplo, tem alta acumulada nos últimos 12 meses de 24,84%. Desse jeito não dá para botar comida na mesa. A pesquisa mostra que 85% dos brasileiros reduziram o consumo de itens alimentícios em 2021.

Com um grave risco de apagão no país, a energia acumula alta de 28,82% em 12 meses. Por conta da falta de chuvas, os reservatórios das usinas hidrelétricas estão comprometidos. Os relatórios já mostravam a estiagem, mas o governo negligenciou, não montando um plano emergencial. Lamentável que a população tenha que pagar esta conta.


Fonte: Bancários Bahia.

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