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Gestão desumanizada reforçada com denúncias na Caixa



Assim como aconteceu com o ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães, após denúncias de assédio sexual contra empregadas do banco, Celso Leonardo Barbosa renunciou, na sexta-feira (01/07), o cargo de vice-presidente de Negócios de Atacado da instituição financeira por ter sido citado em denúncias de funcionárias na Ouvidoria da estatal como colaborador de Guimarães em algumas investidas.

O movimento sindical considera os casos de assédio sexual uma clara demonstração da gestão desumanizada, focada em números e resultados e marcada pelo assédio moral, cobrança de metas abusivas e perseguições na Caixa. As denúncias de assédio moral no banco também são rotina. Diante do descaso da direção da empresa para combater o problema, a situação tem se agravado, apesar das cobranças dos sindicatos.

Os trabalhadores estão doentes. No entanto, a área responsável por gerir a política de pessoal da Caixa, a VIPES (Vice-Presidência de Pessoas) foi extinta no ano passado, sendo substituída pela VIEPE (Vice-Presidência de Estratégia e Pessoas), que não tem foco na relação com o pessoal do banco. Com a extinção da vice-presidência de pessoas em uma empresa com mais de 85 mil empregados, é evidente que visão da atual gestão do banco não se importa com os bancários.

TCU Em paralelo, o TCU (Tribunal de Contas da União) abriu processo para investigar as denúncias de assédio sexual e moral contra Pedro Guimarães, por conta das denúncias de empregadas que podem configurar 'flagrante violação ao princípio da moralidade', previsto na Constituição Federal. Fonte: Bancários Bahia

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