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Desmonte no Banco do Brasil é só ladeira abaixo



O plano colocado em prática em curso para o desmonte do Banco do Brasil está cada vez pior. Após a divulgação do lucro de quase R$ 10 bilhões de janeiro a junho deste ano, o que mais surpreende é o número de agências fechadas do BB somente no primeiro semestre.

Encerrou as atividades de 391 unidades, o que representa mais do que o triplo das 112 agências previstas pela reestruturação anunciada no início de 2021. Em janeiro, a direção da empresa anunciou que 361 unidades seriam desativadas até junho entre agências (112), postos de atendimento (242) e escritórios (7). O BB reduziu a rede própria para 11.768 pontos de atendimento no período. Corte de 10,8% em relação a igual período de 2020.

O quadro de funcionários também preocupa. Com uma redução de 7,5%, possui 85.518 trabalhadores. O banco fechou 6.956 postos de trabalho em um ano. Através da reestruturação, 2.358 saíram da instituição financeira no segundo trimestre.

Apesar de ter 2,9 milhões de novos clientes em 12 meses, a política neoliberal do governo Bolsonaro impõe uma triste realidade para os bancários e correntistas do Banco do Brasil. Agora são menos funcionários, menos agências, mais clientes, atendimento precarizado, mais sobrecarga, enquanto lucra mais.


Fonte: Bancários Bahia.

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