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Desmatamento na Amazônia registra segundo pior ano



Toda a riqueza da floresta amazônica tem sido devastada pelo fogo, levando milhares de árvores centenárias ao chão. Segundo levantamento realizado pelo Greenpeace, entre agosto de 2020 e 31 de julho deste ano, os alertas de desmatamento somaram 8,7 mil quilômetros quadrados em toda a Amazônia.

O índice foi o segundo pior dos últimos cinco anos, sendo apenas 5,5% menor do que no período anterior. Os dados alarmantes são resultados do governo Bolsonaro, que não prioriza a preservação do meio ambiente, além de enfraquecer órgãos, como o Ibama, que há décadas realiza o trabalho de cuidado das matas brasileiras.

Os ambientalistas ainda apontam que o avanço do desmatamento no país se dá principalmente nas chamadas florestas públicas não destinadas, onde estados e a União ainda não determinaram a finalidade delas. Sem regularização fundiária, grileiros invadem, desmatam e vendem as terras ilegalmente, destinando principalmente para o agronegócio.

Com os órgãos ambientais enfraquecidos, nenhuma medida tem sido feita pelo governo para preservar a biodiversidade brasileira. Para piorar, o Congresso tem aprovado centenas de alterações que enfraquecem ainda mais a legislação, estimulando o desmatamento ilegal, a fim de beneficiar a iniciativa privada com terras públicas.


Fonte: Bancários Bahia.

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