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Comando cobra segurança, Fenaban é inflexível



A Fenaban negou a proposta do Comando Nacional dos Bancários, feita na negociação desta quinta-feira (28/07), de criar um Grupo de Trabalho para discutir segurança e elaborar uma nova redação para as cláusulas da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) da categoria que tratam sobre o tema. A Federação Nacional dos Bancos se mostrou inflexível durante toda a rodada.

Os bancos têm investido no modelo de agências de negócios, sem vigilância, com a justificativa de que não há circulação de numerário. O Comando rebateu que é necessário manter as portas giratórias, os vigilantes e demais medidas de segurança. “Precisamos respeitar o bem maior, que é a vida dos bancários e clientes. A categoria tem sofrido com o medo e a ansiedade no ambiente de trabalho, sem falar nas agressões verbais, psicológicas e físicas”, disse o diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia, Célio de Jesus, presente na negociação.

Nas agências, o clima é de apreensão. Dados da pesquisa feita em 2020 pelo movimento sindical apontam que ocorreram 839 ataques no setor: 321 explosões ou arrombamentos de caixas eletrônicos, 439 assaltos ou tentativas, 34 ataques a carros-fortes e 45 saidinhas bancárias.

A negociação desta quinta-feira (28/07) contou também com a participação da diretora da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Andreia Sabino. Uma nova rodada para discutir saúde e condições de trabalho está agendada para segunda-feira (01/08). Fonte: Bancários Bahia

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