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Com ultraliberalismo, mais famílias precisam de auxílio


A necropolítica ultraliberal de Jair Bolsonaro agrava as crises sanitária e econômica. Hoje mais de 15 milhões de brasileiros estão sem emprego. Por conta disso, no ano passado, 23,7% das famílias dependeram de algum tipo de renda de programas sociais, como o auxílio emergencial, para sobreviver.

De acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2019, o índice foi de apenas 0,7%. Houve crescimento em todo o país, mas a região Norte registrou os maiores índices. Passou de 0,5% para 32,2%. O Nordeste, de 0,8% para 34%.

O estrago no mercado de trabalho atingiu a renda das famílias. Apesar do valor longe do ideal, o auxílio emergencial socorreu milhões de lares. Sem a menor perspectiva de o governo Bolsonaro implantar políticas de emprego e renda, o desemprego cresceu com a perda de 8,1 milhões de postos de trabalho no ano passado. Retração de 40,1% no total da população com 14 anos ou mais que tinha renda através do trabalho. Fonte: Bancários Bahia

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