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Cerca de 39 milhões vivem sem renda do trabalho



Sobreviver no Brasil governado por Jair Bolsonaro não é nada fácil. A política ultraliberal impõe uma triste realidade ao povo. No país, 38,7 milhões de pessoas vivem em lares sem qualquer renda do trabalho, nem mesmo o informal. O número representa 17,9% da população em 2021.

O resultado do levantamento do IESP/ UERJ (Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro) perde apenas para 2020. O primeiro ano da pandemia de Covid-19, associado ao descaso do governo Bolsonaro, fez com que milhões ficassem sem trabalhar ou qualquer tipo de renda para enfrentar a crise sanitária, com destaque para o trabalhador sem carteira assinada.

Para piorar, foi constatado que a quantidade de pessoas que não recebe qualquer tipo de remuneração dobrou nos últimos 10 anos e representa a maior parcela já registrada no Brasil nessa situação, alcançando 2% da população. São cerca de 4 milhões de brasileiros que não possuem qualquer tipo de renda. Ou seja, não têm emprego, nem recebem recursos de aposentadoria ou benefícios sociais.

Atrelada à ausência de renda, 37,8% dos lares com crianças de até 10 anos sofrem com a fome ou com a redução de quantidade e qualidade dos alimentos. Três em cada 10 famílias sofrem com insegurança alimentar moderada ou grave, de acordo com o estudo da PENSSAN (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar).


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