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Caixa altera GDP após mobilização dos empregados



Após pressão das entidades representativas, a Caixa vai promover mudanças no Ciclo 2021 do programa de GDP (Gestão de Desempenho de Pessoas) e no mecanismo de “curva forçada”. A decisão foi tomada depois de intensa mobilização, devido as disparidades no pagamento do Bônus Caixa.

Na tentativa de introduzir um sistema de bonificação aos trabalhadores para enfraquecer o movimento sindical e a luta pela PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), a atual gestão da Caixa deixou descontentes até quem estava recebendo o bônus. A CEE (Comissão Executiva dos Empregados) considera que o mecanismo de “curva forçada”, colocado em prática pela gestão de Pedro Guimarães, é uma forma de oprimir e desqualificar o trabalho realizado pelos bancários.

Não é só isso. O programa utiliza instrumentos subjetivos de avaliação, aumentado a pressão pelo cumprimento de metas e o assédio moral. Em 2021, o mecanismo de “curva forçada” tinha classificado 65% do quadro de razoável para ruim no Ciclo da GDP.

Vale destacar que o banco reconheceu, depois da cobrança dos representantes dos bancários, que a “curva forçada” tem o objetivo de mudar a cultura dos empregados e estabelecer valores empresariais de mercado e forçar a competição pela venda de produtos. Fonte: Bancários Bahia

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