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Caixa é essencial, mas não contrata empregados


A Caixa se mostra imprescindível para a população brasileira. Embora seja essencial e venha ampliando os postos de atendimentos, a direção do banco não realiza contratações suficientes para suprir a alta demanda.

A instituição financeira possui atualmente 145,7 milhões de clientes e apenas 81.876 empregados. Média de 1.780 correntistas por funcionário. Em 2007, a média era de 575 clientes por empregado. A média disparou assustadoramente, um aumento de mais de 300%. É humanamente impossível uma pessoa só dar conta do atendimento de tanta gente.

À imprensa, a direção da Caixa informa que vai ampliar o quadro de pessoal. Mas, na prática, faz o contrário. Em 12 meses - março de 2020 a março de 2021 - foram fechados quase 3 mil postos de trabalho, aponta levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

No mesmo período, segundo o relatório, houve aumento de, aproximadamente, 42,4 milhões de novos clientes. É uma gestão desumana. Os empregados estão extremamente sobrecarregados, esgotados e doentes com a alta demanda.

A Caixa tem de realizar novas contratações urgentemente. Vale lembrar que em meio à maior e mais grave crise sanitária do país, os trabalhadores do banco público são responsáveis por realizar o pagamento do auxílio emergencial para milhões de brasileiros.

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