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Bolsonaro nega fome. Mas 33 mi estão sem comida




A política ultraliberal, o discurso de ódio, o estímulo a violência e o desprezo do governo Bolsonaro aos mais vulneráveis mergulharam o Brasil em uma crise sem precedentes. Além do desemprego, da inflação descontrolada, da queda na renda das famílias, um mal ainda maior tira o sono de milhões de pessoas: a fome.

Um em cada três brasileiros não tem o que comer. Em números concretos são mais de 33 milhões de cidadãos, 14 milhões a mais do que em 2021, segundo pesquisa da Rede Penssan. Os dados são ainda mais assustadores se consideradas as pessoas que vivem em insegurança alimentar leve ou moderada, ou seja, que fazem pelo menos uma das três refeições básicas do dia. O grupo inclui ao menos 115 milhões de brasileiros.

O resultado é visto por todos no dia a dia. As cenas de pessoas, inclusive crianças, pedindo ajuda nas sinaleiras das grandes cidades ou disputando pedaços de ossos nos supermercados e açougues pelo país para conseguir se alimentar são cada vez mais comuns e revelam o alto grau de crueldade do atual governo.

Não à toa a insegurança alimentar é um dos assuntos mais tratados nas eleições presidenciais deste ano. Embora Bolsonaro ignore o problema e diga até que a fome não existe no país, boa parte dos 156 milhões de eleitores lembrará no dia 2 de outubro.


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