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BB lucra R$ 14,4 bi, mas tem que valorizar bancários



No Brasil, o sistema financeiro não sofre com crise alguma. A lucratividade do Banco do Brasil é um exemplo. No primeiro semestre de 2020, o lucro líquido ajustado do BB foi de R$ 14,4 bilhões graças ao empenho dos funcionários. Já no primeiro trimestre registrou lucro líquido ajustado, que exclui itens extraordinários, foi de R$ 7,8 bilhões. Salto de 54,8% em relação ao mesmo período do ano passado – R$ 6,6 bilhões, apesar do desmonte orquestrado pelo governo Bolsonaro.

De abril a junho deste ano, a estatal obteve lucro líquido de R$ 7,625 bilhões, alta de 38% na comparação com o mesmo período de 2021 (R$ 5,5 bilhões). O resultado mostra que a direção do Banco do Brasil pode valorizar os bancários com PLR (Participação nos Lucros e Resultados) maior, reajuste acima da inflação, com contratação de mais trabalhadores para suprir o déficit e amenizar a sobrecarga de trabalho.

No segundo trimestre, a instituição financeira somou na carteira de crédito ampliada R$ 919,5 bilhões. Aumento de 19,9% na comparação com junho de 2021 e de 4,1% em relação ao mês de março. As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 7,8 bilhões, reforçando que o BB pode tentar recuperar os prejuízos do desmonte em formato de reestruturações promovidas na empresa desde 2016, com redução do quadro.

O funcionalismo cobra do Banco do Brasil a contratação de 10 mil novos bancários, mas a empresa informou que vai contratar apenas 4 mil novos empregados até o final deste ano e segundo a instituição financeira cerca de 2.900 trabalhadores já foram empossados. Falta muito. Fonte: Bancários Bahia

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