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Bancos públicos voltam ao protagonismo nacional




Com foco na reconstrução do Brasil, a equipe do novo governo já trabalha com a intenção de solucionar problemas reforçados em quatro anos de destruição do governo Bolsonaro. Um deles foi o fatiamento dos bancos públicos, através do enfraquecimento das estatais com o desvio de função para o desenvolvimento socioeconômico do país.

Há seis anos o desmonte das instituições financeiras ganhou força, mas com Bolsonaro foi aprofundado. Para se ter ideia, o BB praticou taxas altas na oferta de empréstimos e reduziu a carteira de crédito nos últimos anos. A Caixa perdeu cerca de 20 mil empregados desde 2015. Diminuíram a atuação em comunidades distantes por conta do fechamento de milhares de agências.

Além de ressaltar a importância dos bancos públicos para a manutenção de programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida, o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destaca que as estatais são instrumentos de crédito essenciais. Porém, reforça que seria necessário atuar em conjunto com o Banco Central para “democratizar o crédito e fazer o juro cair”.

Também ressaltou que alguns bancos fortes não têm agência e que pode ser garantida mais concorrência e flexibilidade a partir de instrumentos tecnológicos que não estavam disponíveis. O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva analisa os nomes que podem assumir o BB e a Caixa a partir de 2023.

Bancários Bahia

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