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Pressão para o governo pagar auxílio emergencial


O governo federal enrola e não anuncia o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600,00 para quem mais precisa durante a pandemia causada pelo coronavírus. Alegando burocracia, promete que deve começar a pagar na primeira quinzena de abril, mas não define datas, deixando milhões de pessoas estão sem ter o que comer em casa.

Enquanto isso, o beneficia o sistema financeiro. O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), querem votar a PEC do Orçamento de Guerra ainda nesta sexta-feira (03/04). Além de provocar um rombo aos cofres públicos para remunerar bancos, a proposta prejudica a economia ao gerar escassez de moeda e provocar aumento dos juros e mais miséria.

Se aprovada, novamente, o dinheiro público será destinado a pagar juros extorsivos aos bancos enquanto o auxílio seria pago com dinheiro dos programas sociais.

O objetivo da renda emergencial básica é socorrer por três meses trabalhadores informais, aqueles que não possuem carteira assinada, MEI (microempreendedores individuais) e pessoas de baixa renda no atual cenário de isolamento social. Além de beneficiar mães chefes de família. Mas, o governo Bolsonaro não está preocupado com os mais necessitados. Nunca esteve.

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