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Feminicídio vitimou 3.200 mulheres em três anos


O machismo tem interrompido a vida de milhares de mulheres brasileiras. O sentimento de posse, a insatisfação com o término do relacionamento, ou a não correspondência do sentimento amoroso resultaram em 3,2 mil mortes no país, entre 2016 e 2018, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Além disso, segundo estimativa da CNJ (Conselho Nacional de Justiça), no mesmo período, mais de 3 mil casos de feminicídio não foram notificados.

Em 2015, o feminicídio foi incluído no Código Penal como assassinato qualificado, ação que garantiu mais segurança jurídica para as mulheres e familiares. Porém, o número de mortes desse tipo aumenta a cada ano. A pesquisa não inclui os números de assassinatos de 2019, mas de acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, até agosto do ano passado, 2.357 mulheres foram assassinadas com dolo (não necessariamente por feminicídio).

Caracterizado como crime doloso, quando há intenção de matar, o feminicídio é o assassinato de mulheres em razão de gênero, da condição do sexo feminino. Geralmente o autor é pessoa próxima à vítima e não necessita ter uma relação amorosa, porém demonstra superioridade em relação à mulher.

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