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Sem recursos, educação no Brasil deixa a desejar


O índice que mede o conhecimento dos estudantes de 15 a 16 anos em 79 países revela que o desempenho do Brasil está mau e a tendência é piorar com os cortes feitos por Temer e Bolsonaro na educação. Além de não investir na área, o governo "esvazia" ações voltadas para a educação básica, como alfabetização e ensino técnico.

O resultado é um ensino deficiente quando comparado a outros países. É o que mostra o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - sigla em inglês). Segundo relatório, a nota dos brasileiros está bem longe do desempenho médio de estudantes das nações que fazem parte da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

Em uma escala de 0 a 6, o país está no nível 2 em leitura e nível 1 em matemática e ciências. A nota 2 é o mínimo adequado para que os estudantes possam exercer a plena cidadania.

Quase metade dos estudantes brasileiros (43,2%) teve resultado abaixo do nível 2 nas três disciplinas avaliadas. Somente 2,5% ficaram nas escalas 5 e 6 em pelo menos uma das disciplinas. Foram avaliados cerca de 10,7 mil estudantes de 638 escolas.

A média obtida pelo Brasil é de 413 pontos em leitura, 384 pontos em matemática e 404 pontos em ciências. Os resultados são discrepantes quando comparados aos países ricos. É o caso de Canadá e Japão que obtiveram 487 pontos em leitura e 489 em matemática e ciências. O vizinho Chile também foi destaque.

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