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Cheque especial está mais caro do que nunca



O sistema financeiro segue explorando o consumidor. A taxa de juros do cheque especial chegou a um novo patamar, atingindo 322,23% ao ano, em junho. Mesmo com a Selic, definida pelo Banco Central, em 6% ao ano, a menor registrada desde 1986, a modalidade de crédito está fora dos limites.

Segundo estudos recentes do BC, o cheque especial foi responsável por aproximadamente 10% da margem de juros líquida gerada pelo crédito do sistema bancário. Enchendo os cofres do setor.

E por falar em lucro, no primeiro semestre deste ano, o balanço das quatro maiores bancos de capital aberto do país (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander) chegou a R$ 42,9 bilhões. Resultado das taxas e tarifas altíssimas cobradas aos clientes.

Se por um lado os bancos arrecadam cifras bilionárias, as famílias brasileiras se afogam em débitos. Com o desemprego alto e sem perspectiva de melhora, a taxa de endividamento em relação à renda acumulada em 12 meses subiu para 44,04% em maio, sendo o maior patamar registrado desde 2016.

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