Aposentadoria será um sonho quase impossível

26.02.2019

 

 

A grande mídia não conta. Muito menos o governo. Mas, é bom você saber. A aposentadoria pelo teto do INSS será um sonho quase impossível para a maioria dos brasileiros se a reforma da Previdência, enviada pelo governo Bolsonaro, for aprovada pelo Congresso Nacional.

 

A matéria muda a regra atual e passa a levar em conta 100% das contribuições feitas durante a vida laboral. Hoje, 20% dos aportes mais baixos são descartados. Portanto, se o texto for aprovado, para receber o valor equivalente ao teto (R$ 5.839,45), o trabalhador terá de ter contribuído no valor máximo por, no mínimo, 40 anos.    

 

Pesquisa do Dieese mostra que por conta a alta rotatividade cada trabalhador aportou 9,1 contribuições previdenciárias em 2014. A reforma trabalhista também torna a vida mais difícil. Com as novas modalidades de contratos - intermitente e parcial - dificilmente alguém vai conseguir contribuir por 40 anos. 

 

A proposta do governo também eleva o tempo mínimo de contribuição, que sai dos atuais 15 anos para 20 anos. O cálculo do benefício será feito pela média de todas as contribuições, sendo 60% da média para quem contribuiu por 20 anos mais 2% por ano contribuído acima deste tempo. Mudanças desumanas, pensadas para que as pessoas reduzam consideravelmente o valor do benefício ou não se aposentem.

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