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Negro e pardo são maioria dos desempregados


Como reflexo da falta de políticas públicas, o mercado de trabalho brasileiro vem mostrando a crueldade das diferenças sociais e raciais. Tanto que negros e pardos lideram o ranking do desemprego, acima da média nacional, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

No segundo trimestre de 2018, o desemprego entre brancos está em 9,9%, entre pardos em 14,4%, sendo maior ainda na população negra, 15% de trabalhadores sem emprego formal.

Contrariando o que é divulgado nas contratações, existe uma enorme subutilização da mão de obra que trabalha formalmente. No Nordeste, os subutilizados, funcionários que trabalham menos de 40 horas semanais por falta de outra opção, passam de 35%.

As mudanças decorrentes da reforma trabalhista agravaram a situação. Ao permitir a precarização da mão de obra e o chamado emprego intermitente, desvalorizou o trabalhador, expondo-o a exploração do empregador.

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