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No Brasil, quase 370 mil são escravos modernos


Em todo o mundo, 40,3 milhões de pessoas estavam em condições análogas à escravidão. No Brasil, são quase 370 mil escravos modernos. Os dados são do relatório Índice Global de Escravidão 2018, publicado pela Fundação Walk Free e apresentado na ONU (Organização das Nações Unidas).

A escravidão moderna é considerada quando há situações como o trabalho ou casamento forçado, servidão por dívida, tráfico de seres humanos e práticas semelhantes à escravidão.

Das 40,3 milhões de pessoas afetadas, 15,4 milhões estavam em casamentos forçados, enquanto 24,9 milhões sofriam em condições de trabalho escravo. As mulheres são as principais vítimas e correspondem a 71%, enquanto 29% são homens.

A Coreia do Norte, a prática da escravidão moderna é mais comum. A cada 104 mil pessoas, mil estão nesta situação. No entanto, as nações desenvolvidas não passam ilesas. Importam 350 bilhões de dólares em mercadorias produzidas em circunstâncias suspeitas, conforme afirmação da Fundação Walk Free.

No Brasil, a taxa é de 1,8 pessoas em condição de escravidão moderna para cada mil habitantes. Mas, em números absolutos, o país tem a segunda maior quantidade de pessoas em regime escravocrata, com 369 mil habitantes. Os EUA registraram 403 mil pessoas (1,3 para mil).

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