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Governo prioriza banco e menospreza área social


A dívida bruta do governo avançou para R$ 5,133 trilhões em maio, o que representa 77,0% do PIB (Produto Interno Bruto). Os dados mostram que, ao invés de áreas sociais, a prioridade é pagar os bancos. São reservados R$ 968 bilhões do orçamento de 2018 para pagamento de juros, encargos, amortização e refinanciamento do débito.

Pelas contas, são desviados dos investimentos, por dia, R$ 2,7 bilhões para engordar os cofres dos bancos. Em contrapartida, o governo reservou do orçamento deste ano apenas R$ 130 bilhões para a saúde e R$ 89 bilhões para a educação.

Os últimos feitos do governo mostram quais são as prioridades. A Emenda Constitucional 95 congelou por 20 anos os gastos sociais. Ou seja, caiu a vinculação orçamentária da receita das despesas das áreas da saúde e educação e ficou somente a variação anual da inflação pelo IPCA/IBGE como reajuste.

A mídia comercial brasileira não faz questão de mostrar, mas o crescimento da dívida pública assusta. É uma bola de neve. Inclusive, a Justiça Federal mandou o Congresso Nacional instaurar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para auditar os números.

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